Websites HTML sem gestor de conteúdos fazem sentido?


Todas as empresas necessitam de uma presença online, isso já não é novidade. Mas quando chega a hora de decidir como, chegam também as dúvidas. Existem inúmeras variedades de sites, estando todos agrupados em estáticos ou dinâmicos.

Por norma, todos os clientes pensam que precisam de um site dinâmico. Querem adicionar e editar notícias, artigos, destaques, fotografias, promoções, banners... Mas será verdade? O facilitismo de “oferecer” um gestor de conteúdos ao meu cliente levou-me a uma conclusão: 90% nunca atualiza o site! Nunca! As notícias têm meses (ou anos), os destaques são os mesmos que foram colocados na altura do desenvolvimento do site e as promoções, nem vê-las.

Websites HTML sem gestor de conteúdos fazem sentido?

Isto é grave. Pior que ter uma presença online, é tê-la descuidada! Ninguém gosta de entrar num site, e ver que a última notícia é do Natal, quando estamos em pleno verão! Automaticamente, cria um impacto negativo e de desleixo da empresa.

Sejamos sinceros: ou existe alguém responsável pela edição de conteúdos / marketing, ou aquele site cairá no esquecimento. Simplesmente porque não existe tempo, conhecimento ou vontade de fazer essa alimentação de conteúdos.

Por isso sim, faz sentido certas empresas terem sites estáticos, para além das várias vantagens associadas.

Um site estático será sempre **mais rápido de se desenvolver**. Após definição do layout e todos os conteúdos, a última fase é escrever o HTML e… já temos site!

Websites HTML sem gestor de conteúdos fazem sentido?

Com a poupança de tempo no desenvolvimento, os custos do website são bastante reduzidos. Além disso, como não têm gestor de conteúdos, permitem aos web designers maior liberdade para serem criativos e dinâmicos no layout e respetivos conteúdos.

Não existem dois clientes iguais, e não existem dois sites iguais. Tudo depende do tipo de empresa, tipo de negócio, setor, público-alvo e ferramentas necessárias.

Para mais esclarecimentos, nada melhor que falar com quem sabe.



*imagens: freepik.com

Artigo originalmente publicado aqui